Acredito que não vá poder continuar atualizando o blog com tanta frequência, como gostaria. Segunda-feira volto a trabalhar, estou muito feliz por isso, pelo trabalho, por acreditar que vou me encontrar profissionalmente e principalmente por saber que isso vai me levar a minha tão sonhada janela.
Duas historinhas que envolvem o amor.
A primeira:
Uma mulher namora um príncipe encantado por três meses e então descobre que ele não é príncipe coisa nenhuma, e sim um bobalhão que não soube equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir. Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela resmunga: "não dá mesmo para acreditar no amor".
Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa desses desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e a partir daí não querer mais se envolver com ninguém é preguiça de continuar tentando. Não foi o amor que caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa história. Quando entra, é para contribuir, para apimentar, para fazer feliz. Se o relacionamento não dá certo, ou dá certo por um determinado tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um muito obrigada e até a próxima. Fique com o cartão dele, você vai chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços, esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor, porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor pra sempre é azar ou incompetência. Só não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão pra existir. Não adianta querer compensar com amor pelos amigos, filhos e cachorros, não é com eles que você fica de mãos dadas no cinema.
Segunda história:
Uma mulher ama profundamente um homem e é por ele amada da mesma forma, os dois dormem embolados e se gostam de uma maneira quase indecente, de tão certo que dá a relação. Tudo funciona como um relógio que ora atrasa, ora adianta, mas não pára, um tic-tac excitante que ela não divulga para as amigas, não espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor que funciona, desse amor que é desacreditado em matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e que ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais: sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres, daquela mulher lá do início do texto, por exemplo, que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem deixar rastro - ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato é que terminou o amor da mulher lá do início do texto, enquanto que essa mulher de fim de texto, essa criatura feliz e apaixonada, é ao mesmo tempo infeliz e temerosa porque teve a sorte de ser premiada com aquilo que tanta gente busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.
Uma mulher infeliz por ter amor de menos, outra infeliz por ter amor demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo. Qualquer amor - até aqueles que a gente inventa - merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, somos nós.

Preciso de alguém.

Duas historinhas que envolvem o amor.
A primeira:
Uma mulher namora um príncipe encantado por três meses e então descobre que ele não é príncipe coisa nenhuma, e sim um bobalhão que não soube equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir. Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela resmunga: "não dá mesmo para acreditar no amor".
Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa desses desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e a partir daí não querer mais se envolver com ninguém é preguiça de continuar tentando. Não foi o amor que caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa história. Quando entra, é para contribuir, para apimentar, para fazer feliz. Se o relacionamento não dá certo, ou dá certo por um determinado tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um muito obrigada e até a próxima. Fique com o cartão dele, você vai chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços, esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor, porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor pra sempre é azar ou incompetência. Só não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão pra existir. Não adianta querer compensar com amor pelos amigos, filhos e cachorros, não é com eles que você fica de mãos dadas no cinema.
Segunda história:
Uma mulher ama profundamente um homem e é por ele amada da mesma forma, os dois dormem embolados e se gostam de uma maneira quase indecente, de tão certo que dá a relação. Tudo funciona como um relógio que ora atrasa, ora adianta, mas não pára, um tic-tac excitante que ela não divulga para as amigas, não espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor que funciona, desse amor que é desacreditado em matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e que ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais: sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres, daquela mulher lá do início do texto, por exemplo, que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem deixar rastro - ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato é que terminou o amor da mulher lá do início do texto, enquanto que essa mulher de fim de texto, essa criatura feliz e apaixonada, é ao mesmo tempo infeliz e temerosa porque teve a sorte de ser premiada com aquilo que tanta gente busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.
Uma mulher infeliz por ter amor de menos, outra infeliz por ter amor demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo. Qualquer amor - até aqueles que a gente inventa - merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, somos nós.

Preciso de alguém.
Que olhe nos meus olhes quando falo. Que ouça as minha tristezas e neuroses com paiciência e, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos. Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado. Alguém amigo suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso ficar irritado por isso. Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amaizade. Que teime em ser leal, simples e justo. Que não vá embora se algum dia eu perder meu ouro e não for mais a sensação da festa. Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxilio, a minha mão estendida, mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades. Preciso de um amigo que também seja companheiro nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite comigo: ¿Nós ainda vamos rir muito disso tudo...¿ E ria muito. Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher meu amigo. E nesse busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela ...
Charlie Chaplin
Bem me quer, mau me quer!
Quando você implora (bem-me-quer)
Quando me ignora (mal-me-quer)
Quando você me chama (bem-me-quer)
Quando você reclama (mal-me-quer)
Quando me visita (bem-me-quer)
Quando me critica (mal-me-quer)
Quando me abraça (bem-me-quer)
Quando acha graça (mal-me-quer)
Quando marca hora (bem-me-quer)
Quando vai embora (mal-me-quer)
Quando me procura (bem-me-quer)
Quando se assegura (mal-me-quer)
Quando envia música (bem-me-quer)
Quando se faz místico (mal-me-quer)
Quando me atende (bem-me-quer)
Quando me ofende (mal-me-quer)
Quando se envolve (bem-me-quer)
Quando se dissolve (mal-me-quer)
Quando me desperta (bem-me-quer)
Quando não acerta (mal-me-quer)
Quando diz meu nome (bem-me-quer)
Quando você some (mal-me-quer)
Quando diz loucuras (bem-me-quer)
Quando me tortura (mal-me-quer)
Quando investe em mim (bem-me-quer)
Quando nega um sim (mal-me-quer)
Quando tranqüiliza (bem-me-quer)
Quando ironiza (mal-me-quer)
Quando me estimula (bem-me-quer)
Quando me censura (mal-me-quer)
Quando vem me amando (bem-me-quer)
Quando vai brigando (mal-me-quer)
... E eu vou despetalando...
Quando me ignora (mal-me-quer)
Quando você me chama (bem-me-quer)
Quando você reclama (mal-me-quer)
Quando me visita (bem-me-quer)
Quando me critica (mal-me-quer)
Quando me abraça (bem-me-quer)
Quando acha graça (mal-me-quer)
Quando marca hora (bem-me-quer)
Quando vai embora (mal-me-quer)
Quando me procura (bem-me-quer)
Quando se assegura (mal-me-quer)
Quando envia música (bem-me-quer)
Quando se faz místico (mal-me-quer)
Quando me atende (bem-me-quer)
Quando me ofende (mal-me-quer)
Quando se envolve (bem-me-quer)
Quando se dissolve (mal-me-quer)
Quando me desperta (bem-me-quer)
Quando não acerta (mal-me-quer)
Quando diz meu nome (bem-me-quer)
Quando você some (mal-me-quer)
Quando diz loucuras (bem-me-quer)
Quando me tortura (mal-me-quer)
Quando investe em mim (bem-me-quer)
Quando nega um sim (mal-me-quer)
Quando tranqüiliza (bem-me-quer)
Quando ironiza (mal-me-quer)
Quando me estimula (bem-me-quer)
Quando me censura (mal-me-quer)
Quando vem me amando (bem-me-quer)
Quando vai brigando (mal-me-quer)
... E eu vou despetalando...
Estou com uma louca vontade de gritar, de sair correndo e sumir...estou tão confusa, do que é certo a fazer, do que eu realmente quero, do que é preciso ser feito...
SOCORROOOO! ALGUÉM ME AJUDAA....
